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segunda-feira, 8 de julho de 2013

Símbolos da Jornada Mundial da Juventude visitam a Quinta da Boa Vista e Vila Isabel



Por: Raquel Araujo, do Portal da Arquidiocese do Rio
Fotos: Carlos Moioli


Local que irá abrigar a Feira Vocacional e momentos de confissão, a Quinta da Boa Vista já entrou no clima da Jornada Mundial da Juventude ao recepcionar, na tarde deste domingo, 7 de julho, a cruz e o ícone de Nossa Senhora. Após sair do Santuário da Medalha Milagrosa, os símbolos peregrinos abençoaram os visitantes do parque em frente ao Museu Nacional, onde houve um momento de oração e louvor.


Pessoas de diferentes bairros da cidade se uniram para acolher os ícones deixados pelo beato João Paulo II. Para a coordenadora da Jornada Mundial da Juventude da Capela Nossa Senhora Aparecida, no Cachambi, Dayse Moreira de Souza, encontrar com os símbolos traz uma experiência de conversão.

- Esse contato com a cruz e o ícone é maravilhoso. É um momento de conversão para a cidade e uma oportunidade de reflexão e conversão pessoal também, disse.


Já a paroquiana da Igreja São Benedito, em Pilares, Mônica Viana, compartilhou o sentimento de estar diante dos símbolos pela segunda vez.

- Estive ontem na Lapa para a procissão e para o show e hoje trouxe a minha família para a Quinta, para que eles também pudessem ter esse contato com os ícones da Jornada Mundial da Juventude. Estar diante da Cruz e do Ícone é poder aumentar a fé vendo o poder da oração dos jovens. É uma emoção muito grande, testemunhou.


Em seguida, os símbolos seguiram em cortejo até o Mosteiro Nossa Senhora da Ajuda, em Vila Isabel, onde foram acolhidos pelo vigário episcopal do Vicariato Norte, padre Cláudio dos Santos. O local, pertencente às monjas Concepcionistas, é dedicado à vida monástica contemplativa.

Segundo padre Cláudio, a peregrinação da cruz e do ícone de Nossa Senhora contribuem para a unidade entre as paróquias e comunidades.

- A maior alegria desta peregrinação é perceber o fortalecimendo da fé de cada pessoa, de cada paróquia, de cada comunidade. Não é só uma comunidade, mas todas estão juntas vivendo essa alegria de ter uma experiência com Deus através destes símbolos. Ao mesmo tempo espero e desejo que possamos continuamente testemunhar esse amor de Deus que com certeza está abrasando o coração das pessoas neste dia, afirmou.

Após a oração das Vésperas no Mosteiro Nossa Senhora da Ajuda, os símbolos foram conduzidos para a Basílica Nossa Senhora de Lourdes, onde o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta presidiu a Eucaristia. Além da presença da Cruz e do Ícone, a Basílica recebeu também a relíquia de João Paulo II.

Durante a Homilia, Dom Orani chamou a atenção para a missão de anunciar o Evangelho, apesar das adversidades.

- O Senhor escolheu aqueles que ele queria que fossem à frente e anunciassem o Reino de Deus. E é isto que fazemos hoje em dia: vamos anunciando e preparando o caminho do Senhor. Fomos escolhidos para essa missão. (...) Sabemos que é difícil, que muitas pessoas não querem escutar e não querem acolher, mas somos chamados a mostrar que é possível deixar o Senhor reinar nos corações quando damos o nosso testemunho, exortou.





domingo, 7 de julho de 2013

“Papa João Paulo II não morre”: Arquidiocese do Rio de Janeiro recebe relíquia do Beato

  


Por: Raphael Freire, do Portal da Arquidiocese do Rio
Fotos: Carlos Moioli



Com sua infinita misericórdia Deus agraciou duplamente a Arquidiocese do Rio de Janeiro na manhã deste domingo, 7 de julho, quando os fiéis tiveram a oportunidade não só de acolher e peregrinar com os Símbolos da Jornada Mundial da Juventude - Cruz e Ícone de Nossa Senhora -, mas também receber a relíquia do Beato João Paulo II, que brevemente será proclamado santo. Uma Missa foi presidida pelo Presidente do Pontifício Conselho para os Leigos (PCL) e Guardião das Relíquias do “Papa da Juventude”, Cardeal Stanislaw Rylko,  no Santuário Nossa Senhora das Graças da Medalha Milagrosa, na Tijuca, e concelebrada pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, pelos bispos auxiliares e sacerdotes da Arquidiocese.

— Trago de Roma uma cordial saudação e benção do Papa Francisco, que a poucos dias chegará ao Rio de Janeiro para a JMJ Rio2013. Estou muito feliz de poder presidir esta Eucaristia que será entregue a relíquia do Beato João Paulo II, que como vocês já sabem será proclamado santo em breve. Ele foi um grande Papa, um Pontífice muito amado pelo povo em todo o mundo. Um jornalista italiano disse uma vez que João Paulo II não morre e é verdade, pois ele continua a viver no coração das pessoas e prova disso e a multidão de peregrinos que a cada dia se dirige ao altar onde encontram-se suas relíquias. João Paulo II foi de modo especial o Papa dos Jovens, ele foi um papa que durante seu pontificado apostou nos jovens e viu neles os protagonistas especiais da nova evangelização... É um papa amado pelos jovens ainda hoje. Durante esta Eucaristia quero confiar à intercessão de João Paulo II a JMJ Rio2013. Oremos para que esta Jornada Mundial da Juventude traga muitos frutos espirituais para a vida de todos os jovens que virão ao Rio dos mais de 180 países do mundo, afirmou Cardeal Rylko.


O Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, falou da alegria de receber os Símbolos da JMJ e a relíquia do Beato João Paulo II – ampola com sangue –, que peregrinará pela Arquidiocese até o dia 13 de outubro, inclusive, durante a Jornada Mundial da Juventude. 


— É uma alegria para nós receber mais uma vez, agora próximos da Jornada, o Cardeal Rylko. Nesta celebração temos três sinais ligados a JMJ e ao Pontifício Conselho para os Leigos: a Cruz, que o Beato João Paulo II entregou para os jovens e que traz consigo todos os desejos e sonhos de uma juventude que busca viver dias melhores. Ao seu lado o Ícone de Nossa Senhora, Maria, Mãe de Jesus, que recorda seu sim a Deus e nos indica que devemos confiar na mãe. E a relíquia com um pouco do sangue do Papa Beato João Paulo II. Três sinais que recebemos e que para nós é uma grande oportunidade de abrir os nossos corações para Deus, deixando que Ele conduza nossa vida e, por isso, agradecemos de coração ao Papa Francisco e ao PCL por este momento que nos proporcionam. (...) Para os Bispos do Brasil, a peregrinação dos Símbolos por todas as Arquidioceses e Dioceses do país foi um grande trabalho missionário e evangelizador, destacou Dom Orani.


Vindo de Roma, o Presidente da Fundação João Paulo II, Marcello Bedeschi, explicou o significado do relicário que traz uma ampola com o sangue do beato que brevemente será proclamado santo.


— Há aproximadamente um ano atrás o Arcebispo de Cracóvia entregou ao Cardeal Rylko e a mim este relicário para que fosse cuidado e levado, no futuro, às Jornadas Mundiais da Juventude, e é a primeira vez que ele se fará presente numa Jornada. Existe uma tradição no Vaticano de que quando um Santo Padre morre o caixão deve ser colocado no presbitério de São Pedro e sobre o caixão um Evangelho. Quando o Papa João Paulo II morreu houve uma grande ventania que passou as páginas do Evangelho e ele se fechou, criando um momento significativo e quase profético, e o artista ao qual foi pedido que fizesse o relicário se inspirou neste momento em que as páginas do Evangelho eram passadas e dentro dele colocou uma pequena ampola que contêm o sangue do Beato João Paulo II, retirado um dia antes de sua morte. Este sangue é o mesmo que conservamos em São Pedro, no Vaticano, e o relicário veio para a Jornada Mundial da Juventude Rio2013, mas ficará aqui no Rio de Janeiro aos cuidados de Dom Orani por três meses, disse Marcello.

— É uma honra e eu me sinto privilegiada de estar perto dessas relíquias que vieram do Papa João Paulo II. É uma emoção sem tamanho poder fazer parte deste momento, pois eles passaram por tantos lugares e agora chegam aqui no Rio tão pertinho de nós, logo, é uma honra e uma emoção muito forte, testemunhou Shirley Costa dos Santos, membro das Congregações Marianas do Brasil.

GESTANTES RECEBEM ENXOVAIS DA OBRA DO BERÇO

Na última quinta-feira, 4 de Julho, a pastoral da caridade social e a Obra do Berço, fizeram seu primeiro atendimento do ano de 2013, com enxovais para 37 parturientes inscritas no programa.
O programa foi criado em 1928 , por ex-alunas do Colégio Sion, que recebiam apoio da sociedade e de amigos.Com sede inicial em Laranjeiras, a Obra do Berço oferecia serviços ambulatoriais (pré-natal e puericultura) e fornecia leite e enxovais para bebês de famílias carentes. Desde então diversas paróquias praticam a primeira assistência necessária para condições mínimas de gestação.
Na paróquia de Sant'Ana, um grupo de senhoras fazem todo o trabalho, desde a compra de materiais para a confecção, como a costura e bordado, usado nas roupinhas dos recém-nascidos.
- "Tudo é feito com muito carinho e amor para a realização de Obra de Deus" - disse Sônia Maria, que atua a décadas neste trabalho.
Através deste ato de amor, as mães são orientadas a educar os novos bebês conforme a vontade de Deus, segundo seus mandamentos. 
Leninha está esperando seu primeiro filho


Hosana trata tudo com muito carinho

Sônia: - Tudo é feito com muito carinho e amor para a realização da Obra de Deus.









"Aha-Uhu! A Jornada é nossa!"


Por: Nice Affonso, do Portal da Arquidiocese do Rio
Fotos: Victor Gonzalez/Pascom Vicariato Urbano


Na tarde do último sábado, 6 de julho, as pessoas que se colocaram à disposição para receber os peregrinos que virão para a JMJ Rio2013 se reuniram na Catedral Metropolitana para a Festa do Acolhimento, momento de oração e preparação para a recepção dos jovens que, dentro de poucos dias, estarão chegando à Cidade Maravilhosa. O encontro antecedeu um dos momentos bastante esperados por esta arquidiocese: a recepção dos símbolos da Jornada na Igreja-Mãe do Rio de Janeiro, onde o Arcebispo Metropolitano, Dom Orani João Tempesta, presidiu a missa. A felicidade dos cariocas pela chegada desta festa precisava ser testemunhada pelas ruas: em procissão, os símbolos seguiram, junto da multidão que os acolheu, até os Arcos da Lapa, para o show No Coração da Jornada, que, reunindo diversos músicos católicos, anunciou a toda a Cidade que a JMJ Rio2013 está bem próxima.

Festa do Acolhimento

Diversas famílias que vão acolher peregrinos participaram do momento de preparação na Catedral.
Carlos Augusto Vieira e Sônia Regina Cardoso Lopes Augusto, casados ha 22 anos, da Paróquia Jesus Sacramentado, na Penha Circular, vão receber dois peregrinos de língua portuguesa ou espanhola e estão bastante ansiosos:

- Entendemos que faz parte da nossa missão acolher, receber os estrangeiros. Já que somos católicos praticantes, temos que recebê-los sem medo, como Dom Orani vem falando. Foi iniciativa nossa mesmo, contou Carlos.


- Vai ser uma experiência única e nós temos muito afeto, muito carinho para acolhê-los da melhor maneira possível. O próprio Jesus nos ensinou isso: que quando acolhemos alguém é a ele mesmo que acolhemos; então, estamos bastante ansiosos, contando os dias, partilhou Sônia.

Helena Maria Guaranha e Roberto Guaranha, casados há 7 anos, pais da Júlia Ferreira Guaranha, de 3 anos, da Paróquia São Francisco Xavier, na Tijuca, vão receber seis peregrinos de língua inglesa e acreditam que esse passo serve também para a boa formação cristã da filha:

- A gente se sente bem em acolher e acha que está ajudando à Igreja. Mas também considera isso importante para o crescimento da nossa filha, porque queremos que ela perceba o quanto é importante ajudar sempre o próximo. (...) Acho que a gente vai ficar mais feliz em acolher essas pessoas do que os que vão ser acolhidos, certos de que ainda vamos receber mais graças do que já temos recebido, descreveu Helena.

 

Durante a reflexão, conduzida pelo Padre Antonio José, foi possível notar que, especialmente durante estes dias, a Igreja no Rio de Janeiro vive tempos de graças para a evangelização. De acordo com o sacerdote, neste período, é possível que muitos jovens vão até qualquer católico para saber sobre a JMJ e também para se reaproximarem de Deus, da Igreja e retomarem a fé. Ele destacou que todo o conteúdo interior de cada católico, as experiências vividas com o Senhor é que vão levar almas para Deus.

- Diz para estes jovens que o que eles precisam é apenas acreditar em Deus, ter fé. (...) Jesus veio não para condenar, mas para salvar: diga isso para o jovem que vier te procurar, ao longo deste mês. (...) Tempo de JMJ é tempo de festa para os cristãos, mas é tempo de trabalhar para Deus. Porque Deus vai fazer, por meio de nós, uma pesca milagrosa. Mas Deus vai usar é a sua mão estendida para trazer esses jovens de volta. Não deixe esta oportunidade passar! Jornada tem que ser salvação de Deus para eles, por meio de nós, destacou.

O sacerdote ainda enfatizou a importância de lembrar aos jovens o quanto são preciosos para Deus, que não os acusa de nada, mas os acolhe, de braços abertos. E lembrou que precisa haver uma dinâmica de falar de Deus para os jovens e de falar dos jovens para Deus:

- Salve jovens para Cristo. Esta Jornada serve para isso, afirmou.


Símbolos chegam à Catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro

O coração da Igreja no Rio de Janeiro, a Catedral Metropolitana de São Sebastião, acolheu os símbolos da Jornada com muita alegria e emoção. Para muitos, importava apenas um toque em um dos itens, que, desde que o Beato João Paulo II os entregou à juventude, percorrem o mundo reavivando a fé e a esperança. Sorrisos, olhos emocionados e corações voltados para o céu, em oração, foi o que se pôde observar em meio a tantos rapazes e moças, que, em clima de fraternidade, se revezavam ao transportar a cruz e o ícone de Nossa Senhora até o altar da Igreja-mãe desta arquidiocese. A JMJ Rio2013 já começou, muito concretamente, para os cariocas!

- Estamos recebendo, hoje, os símbolos da Jornada, que em agosto de 2011 foram entregues ao Brasil, chegando a São Paulo em setembro e percorrendo o Brasil todo. E agora chegam ao destino final, que é o local sede da Jornada. (...) Para todos nós, este sinal demonstra a beleza da fé cristã, e, ao mesmo tempo, a certeza do Cristo ressuscitado, que na cruz deu a vida por todos nós. É ainda sinal da alegria da juventude, que durante esses anos todos, tanto internacional como, agora, nacionalmente, viu nestes símbolos sua vida, seus, sonhos, suas buscas, suas alegrias. Pedimos a Deus que seja um bem para a Cidade: paz, fraternidade, acolhimento. Desejamos que seja um sinal elevado por todos os cantos da Arquidiocese, para que leve os jovens e as pessoas de coração jovem a construírem um mundo mais justo, mais humano e fraterno. Que os jovens, impulsionados por este momento, sejam protagonistas de um mundo novo, desejou o Arcebispo Metropolitano, Dom Orani João Tempesta.

Para o cura da Catedral Metropolitana, Monsenhor Aroldo Ribeiro, a Jornada está começando e a Igreja vive um tempo forte de evangelização.

- Eu já considero a Jornada começando hoje. Já estamos com um grande ritmo e que também é um tempo forte de evangelização e de renovação da Igreja, não só no Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil, afirmou.
A missa, presidida pelo Arcebispo e concelebrada pelos bispos auxiliares e diversos sacerdotes, também lembrou aos presentes a importância do acolhimento.

Durante a homilia, Dom Orani destacou o valor da consciência de que a sociedade necessita da contribuição de cada um para a construção do mundo novo. Para ele, as famílias acolhedoras, na realidade de hoje, são um fortíssimo testemunho de que há pessoas abertas para o outro e  que não têm medo disso, porque vêem no outro um irmão. De acordo com ele, viver a fraternidade é algo importantíssimo, nesse contexto de fé: muda a mentalidade, mas também dá a consciência de que se acolhe a Jesus na presença do outro.
- Somos aqueles que recebem Jesus na presença dos irmãos que chegam. Nós, que ansiamos por um mundo mais justo, humano e fraterno, sem rancores, sem maldades. Isso acontece para aqueles que são verdadeiramente filhos de Deus e se dispõem a viver assim. Deixemos que a luz de Cristo chegue até nós pela presença daquele que chega, porque eu tenho certeza de que muitas graças ele nos trará, afirmou.

No Coração da Jornada


"Aha-uhu, a Jornada é nossa" foi o grito da juventude, emocionada, ao receber os símbolos da Jornada nos Arcos da Lapa.

A atração internacional, Martin Valverde, e a diretora musical dos Atos Centrais da JMJ Rio2013 e cantora, Ziza Fernandes, estavam no palco para abrir o evento. Mas foi o estrangeiro, que nesta festa expressou representar os muitos peregrinos que estarão chegando ao Rio, que emocionou a juventude ao cantar “Ninguém te ama como eu” e pedir aplausos pelo que significa a cruz: o amor imenso de Jesus pela humanidade. Ele lembrou que o ícone e a cruz representam todos os jovens do mundo, que, naquele momento e nestes dias de pré-jornada e JMJ, estão dando o seu sim a Deus.

Sambandorando e Pe Omar Raposo deram o tom carioca à festa, louvando a Deus por meio do samba, ritmo tradicionalmente reconhecido como típico da Cidade Maravilhosa.

A Banda Futos de Medjugorge animou a juventude lembrando a todos da importância de que os peregrinos voltem paras suas terras, após o término da JMJ Rio2013, recordando não apenas das comidas e danças e locais bonitos vistos por aqui, mas principalmente de que aqui existe uma juventude santa, que quer ser fonte de bençãos.

Olívia Ferreira emocionou com a canção Cuidas de Mim, para lembrar que Deus nunca se cansa da juventude.

Djs também fizeram uma bonita apresentação, levando rapazes e moças à animação ao embalo de remixes.
Missionário Shalom agitou a juventude com seus ritmos e danças.

Mas, sem dúvida alguma, o momento marcante de oração da noite foi durante o show de Martin Valverde, que, durante suas canções, conduziu os jovens à belíssimos momentos de oração e entrega a Deus:

- Vamos colocar o coração do céu no Rio de Janeiro. (...) E que esta JMJ seja capaz de mudar a América Latina, pediu a Deus diante dos símbolos da Jornada.

Em entrevista coletiva, o músico internacional partilhou um pouco sobre as graças que acredita que a JMJ Rio2013 vai trazer à juventude:

- Sem dúvida, os jovens de todas as gerações sempre precisam de uma expressão. Os jovens que vão estar aqui vão perceber que podem se expressar, que se pode fazer alguma coisa pelo futuro, porque vão ver que são muitos outros jovens com os mesmos sonhos e ideais, que não são todos loucos no mundo. E como falava um poeta argentino, se louco é a mesma coisa que feliz, devemos então ser loucos também! E que quando voltem às suas casas tenham também uma resposta para dar aos outros jovens que lá os esperam. E a melhor mostra do que aconteceu no Brasil tem que ser cada jovem que foi tocado por Deus aqui, não há outra. 

Encerrando a noite, os símbolos da Jornada atravessaram o famoso point boêmio do Rio de Janeiro, a Lapa, sendo transportados pelos jovens até a Catedral Metropolitana.

O Diretor do Setor Pré-Jornada, Padre Jefferson Meriguette avaliou de forma bastante positiva este primeiro dia de peregrinação dos símbolos da Jornada pela Cidade:

- Eu percebo este primeiro dia com a cara do Rio. Desde a manhã, até este último evento, nos Arcos da Lapa, traz muito da identidade do carioca e um carioca que vê Deus em primeiro lugar, que é repleto de alegria, cheio de devoção. Nesta sociedade tão repleta de pluralidades, há muita gente que dá a  Deus o seu devido lugar e por isso a gente pode ver que a cidade já toma nova cor, novo brilho com a JMJ. Isso fica, a cada dia, mais evidente: a alegria, o comprometimento com o outro, o carinho de cuidar do outro... Isso tudo é muito bonito de ver e mostra o carioca aberto à realidade da Jornada, afirmou.

Galeria de Fotos





sábado, 6 de julho de 2013

Símbolos da Jornada Mundial da Juventude chegam a Santa Cruz


Por: Raquel Araujo, do Portal da Arquidiocese do Rio
Foto: Pascom São José


Foram quase dois anos de espera para que os símbolos da Jornada Mundial da Juventude chegassem ao Rio de Janeiro. A cruz e o ícone de Nossa Senhora foram recepcionados no Brasil, pela primeira vez, na Arquidiocese de São Paulo, em 18 de setembro de 2011. Exatamente um ano e dez meses depois, dando inicio à contagem regressiva para o maior encontro de jovens do mundo, os símbolos entraram nos limites do município do Rio de Janeiro neste sábado, 6 de julho, e seguiram direto para Santa Cruz, zona Oeste da cidade.
A escolha do bairro para iniciar a peregrinação dos símbolos pela Arquidiocese do Rio não foi à toa.  Santa Cruz já foi um latifúndio pertencente aos jesuítas e era chamado Fazenda Santa Cruz.  Também no local foi fixada a primeira cruz da Cidade Maravilhosa.

— É com muita alegria que o carioca esperou por vinte e dois meses a chegada dos símbolos na nossa cidade. Durante todo esse tempo, cruz e ícone peregrinaram pelo Brasil e, finalmente, chegaram ao Rio. O que queremos é ver um momento de muita alegria, de muito júbilo. É um momento muito especial porque são os simbolos deixados pelo beato João Paulo II e estes símbolos são verdadeiras reliquias no meio de nós, afirmou o diretor do setor Pré Jornada, padre Jefferson  Merighetti.

Olhos atentos exalando ansiedade. Desde cedo os jovens se reuniram na Paróquia São José aguardando a chegada dos ícones. A expectativa era grande e a reação a cada toque nos símbolos não poderia ser outra senão uma profunda experiência com Deus.

Vindos da diocese de Itaguaí, os símbolos da juventude católica chegaram logo cedo para uma rápida recepção no interior da Paróquia e, logo em seguida, seguiram em procissão pelas ruas de Santa Cruz até a praça Ruão. Pelo caminho, cantos e louvores. Os morados das casas e prédios próximos foram às janelas, contagiados pela alegria constante de uma juventude que crê em Cristo. Com gritos de "a Jornada é nossa" e " Jesus, eu te amo", os jovens emocionaram até mesmo aqueles que passavam pelas ruas.


Durante a caminhada rumo à praça Ruão, cruz e ícone de Nossa Senhora passaram em frente ao portão da casa de Dayse Santos Dias. Ela acredita que a presença dos símbolos tão perto de sua residência trará inúmeras graças para sua família.
— Que essa cruz consiga resgatar os jovens que estão afastados da Igreja, que eles voltem para perto de Deus e que a vinda destes símbolos da Jornada Mundial da Juventude tragam muitas benção para a minha família. Enquanto eles passavam por mim, eu só pedia a intercessão do Senhor, contou.

Os jovens revezavam-se para conduzir os símbolos. Ao longo dos quase quatro metros da cruz peregrina estava o jovem da Paróquia São José, Leandro Magalhães de Oliveira, que segurava a base do símbolo. Ele afirmou que, apesar do peso, não há esforço que pague estar tão próximo do ícone que já peregrinou por tantos países.

- Acredito que a presença dos ícones aqui vá trazer muita paz para esse bairro. Não pensei que fosse conseguir tocá-los. Para mim, essa cruz representa o começo de uma vida nova, disse.


Os símbolos também pararam em frente ao Hospital Pedro II onde os jovens protagonizaram um belo momento de fé. Com os braços erguidos em direção ao Hospital, todos oraram pelos doentes. Ao chegar à praça Ruão, os jovens de Itaguaí passaram simbolicamente os ícones da JMJ para a Arquidiocese do Rio de Janeiro. Coube ao Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta conduzir a cruz até o palco junto dos Bispos Auxiliares, mostrando que, além de bispos, também são peregrinos e estão em unidade com a juventude.
Para a paroquiana da Paróquia São Francisco Xavier, em Itaguaí, Ohana Costa a peregrinação dos símbolos é mais uma forma de motivar os jovens a louvarem ao Senhor:

- Foi uma emoção muito grande receber os símbolos na minha diocese e mais ainda  podermos vir aqui ao Rio de Janeiro passá-los adiante. Não só eu, mas tenho certeza de que todos os jovens estão muito motivados e emocionados por estarmos unidos em nome de um só Deus para poder louvar e exaltar o nome do Senhor, opinou.


Após ter participado da recepção dos ícones na diocese de Volta Redonda -  primeira diocese do Estado a receber os símbolos - Dom Orani destacou a alegria de poder receber a cruz e o ícone de Nossa Senhora em sua Arquidiocese.

- Recebemos esses ícones como um sinal e os levamos em missão.  Esses símbolos chegaram na Paróquia São José, patrono da Igreja,  e percorreram a Avenida João XXIII, que ontem vimos a notícia de que será canonizado. Ainda hoje chegam em nossa cidade, a relíquia de João Paulo II, Papa que idealizou a Jornada e que, assim como João XXIII, também será canonizado. Somado a isto, a chegada na região de Santa Cruz, onde a primeira cruz foi plantada recorda todo um passo dos primeiros que aqui viveram. Para nós, é uma alegria muito grande iniciar essa peregrinação, partilhou.

Por meio da pré-jornada, os cariocas poderão fortalecer a vocação cristã e poderão se preparar intensamente para o encontro mundial com o Papa Francisco. Dentro da programação deste primeiro dia de visita dos símbolos, a cruz e o ícone de Nossa Senhora seguiram em carreata para a Igreja Nossa Senhora da Conceição, também em Santa Cruz.  No local, mais festa e animação. Os símbolos foram recepcionados pelo pároco local, padre Jorge Bispo e pelo vigário paroquial, padre Thiago Azevedo.  No local, às 15h, houve também a oração do terço da misericórdia, transmitida ao vivo pela Rádio Catedral.

A projeção missionária da cruz e do ícone de Nossa Senhora são conseqüências do chamado de Cristo. Atendendo a um pedido do Beato João Paulo II, os símbolos da Jornada percorrem o mundo levando uma mensagem de fé e esperança, unindo as nações. E todos aqueles que puderam participar desta primeira acolhida aos ícones da JMJ no Rio de Janeiro também foram chamados a estarem sintonizados com o coração do Senhor. O paroquiano da Igreja Nossa Senhora de Fátima, no bairro de Coqueiro, Marwin Viana ressaltou a unidade dos jovens neste primeiro momento da acolhida dos símbolos da Jornada.

—  O que me motiva a participar desta peregrinação é o amor que eu tenho por Jesus Cristo e pela juventude, por isso quero poder festejar em unidade com os jovens não só da Arquidiocese do Rio, como do mundo todo.  Sou voluntário da Jornada e estou orando para que tudo corra bem, com a Graça de Deus. Essa é uma área muito carente, existem muitos jovens nas drogas, e a vinda dos símbolos da JMJ anima o povo local. Poder ter esse contato com a cruz me traz um avivamento muito grande, ainda mais sabendo que ele passou por tantos países. É uma felicidade enorme,  testemunhou.

De Santa Cruz, os ícones seguiram para a Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, onde o Arcebispo Dom Orani João Tempesta presidiu a Eucaristia.

Uma vasta programação foi planejada pelo Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013 e pela Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Nesse período, a cruz e o ícone percorrerão igrejas, órgãos governamentais e militares, universidades, escolas públicas, comunidades, hospitais, casa de medidas socioeducativas aos adolescentes privados de liberdade e lugares onde se encontram jovens em situação de risco social

quarta-feira, 3 de julho de 2013

FESTA JUNINA NA CATEQUESE

Texto e Fotos: Padre Anisio Teixeira




A catequese infantil da paroquia de Sant'Ana - Santuário de Adoração Perpétua, concluiu neste sábado, dia 29 de Junho, dia de São Pedro e São Paulo,  suas atividades do primeiro semestre. O retorno está previsto para o dia 3 de Agosto, primeiro sábado do mês às 10 horas.
O encerramento do semestre se deu com um bonito arraiá das crianças. Com comidas típicas, pescaria, jogos, além é claro de uma animada quadrilha.
Valeu!