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domingo, 12 de outubro de 2014

LADRÃO FURTA CABOS DE ALTA TENSÃO E DEIXA IGREJA ÀS ESCURAS

O dia da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, foi celebrada à luz de velas na Igreja de Sant'Ana, Santuário de Adoração Perpétua.
Por três vezes e, em menos de 36 horas, criminosos furtam cabos energizados do poste da light, que alimentam a entrada de energia da Igreja, cantina e Adoração noturna.
 O primeiro furto aconteceu na madrugada de quarta para quinta-feira (dia 9 de outubro), onde 4 cabos totalizando cerca de 10 metros, foram cortados. Na madrugada desta sexta para sábado  o ladrão conseguiu cortar menos de 1 metro de cabo, fazendo que a falta de fase, prejudicasse o andamento dos trabalhos. O fato foi comunicado às 8 horas da manhã à light e, durante todo o dia, a capela, auditório e a cantina, não puderam funcionar por falta de luz. Sómente a meia-noite e meia uma equipe de emergência compareceu ao local, para fazer um reparo provisório.
Qual não foi nossa surpresa quando, neste domingo, novamente a Igreja amanheceu sem energia, onde foi constatado o furto de mais dois cabos de energia. Por sorte a equipe que viria fazer o reparo definitivo da ocorrência da madrugada de sábado, chegou logo cedo e, tomando um susto, verificaram a ocorrência do furto dos outros cabos.
Mas a fé católica é mais forte que a escuridão e a celebração da Padroeira do Brasil, mesmo às escuras, demostrou que nada impede festejarmos o dia de Aparecida e o dia das crianças.
Padre José Laudares, presidindo a Missa, pediu a todos os fiéis que entrassem em oração pela conversão destas pessoas criminosas

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Os cabos ligados ao transformador desce pelo poste para entrar no subterrâneo até o pc da  Igreja
Acredita-se que o ladrão usou desta caixa de madeira para cortar o cabo mais alto.

O protetor dos cabos, assim como as cintas de aço foram arrebentadas

Cabos energizados cortados

sábado, 11 de outubro de 2014

COMUNICAR A BELEZA DA FAMÍLIA

Por: Carlos Moioli - moioli@arquidiocese.org.br
“Neste início do Sínodo, aparece com muita clareza a missão da Igreja em
comunicar hoje a beleza e os valores daquilo que se entende como família
cristã”, disse o Cardeal Orani João Tempesta, um dos representantes do Brasil
na 3a Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos, que está sendo
realizada no Vaticano, de 5 a 19 de outubro.

“Esta realidade ficou muita clara devido à mudança de época, uma cultura
diferente que estamos vivendo que não aceita a família como a Igreja anuncia”,
acrescentou.
O arcebispo do Rio de Janeiro explicou que a assembleia tem o caráter
de extraordinária, por ser realizada em duas etapas. Os vários temas, que
tem como foco central “Os desafios pastorais sobre a família no contexto
da evangelização”, vão sendo discutidos e tendo seus encaminhamentos a
cada dia. Porém, o Sínodo convocado e desejado pelo Papa Francisco será
concluído somente em 2015.


Outros aspectos amplamente discutidos, frisou Dom Orani, foram as várias
situações que a família enfrenta hoje. Entre elas, a falta de interesse pelo
casamento na vida familiar e também a participação na Igreja de cristãos
católicos que não estão regularmente casados.
“Se faz necessário que a Igreja reapresente a importância e a beleza da
família num mundo que não a entende e, ainda, como acolher as pessoas sem
deixar de lado a doutrina que se prega, mas manifestando a misericórdia em
situações que de fato existem na Igreja”, salientou.
Realidades no mundo
O arcebispo explicou que os padres sinodais discutem, a princípio, os
questionários enviados pelas dioceses, paróquias, movimentos e comunidades
do mundo inteiro, o que reflete as preocupações com a problemática familiar
em todos os continentes.

Os desafios das famílias na África têm gerado muitos pronunciamentos no
Sínodo. Além da pressão da pobreza e dos conflitos, existe uma cultura que
não leva em conta os ideais da família cristã.
Na Ásia, existe toda uma cultura diferenciada em que os cristãos estão fugindo
de suas casas com as incertezas da política de seus países e a crescente onda
de perseguições por causa da fé.
América Latina
Já na América Latina, explicou o arcebispo, a “evangelização nasceu junto
com o continente, mas os fiéis católicos têm se sentido influenciados por uma
secularização, um individualismo, um subjetivismo que chama a atenção pela
respostas que devem dar”.
A cultura católica que predominou desde o princípio no Brasil, sinalizou Dom
Orani, vem diminuindo nos últimos tempos. Já não é mais ‘pacifico’ entre as
pessoas, a constituição das famílias, os casamentos, a procriação e o batismo
dos filhos.
“Muitas questões refletem na vida de fé. Devido às circunstâncias atuais,
muitas pessoas acabaram se unindo sem o matrimônio e querem participar
da vida da Igreja. Sem ter essa necessidade de poder dizer que está presente
também nessa caminhada, esperam da Igreja uma palavra, uma resposta”,
pontuou.
Solidariedade ao Médio Oriente
Dom Orani informou ainda sobre a convocação do Papa Francisco para um
encontro sobre a situação do Médio Oriente, marcado para 20 de outubro,
aproveitando a presença dos patriarcas orientais.
“A Igreja quer se posicionar, ser uma presença diante das perseguições dos
cristãos no Oriente Médio, principalmente na Síria e no Iraque. A própria
Assembleia Extraordinária quer tornar pública uma declaração sobre esse
assunto, uma carta sobre as famílias que estão sendo perseguidas”, concluiu.
Carlos Moioli
moioli@arquidiocese.org.br


segunda-feira, 6 de outubro de 2014

NOVOS ZELADOS DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO

Como acontece sempre na primeira sexta-feira do mês, o Apostolado da Oração da Paróquia de Sant'Ana participou da Celebração Eucarística presidida pelo Padre José Laudares, neste último dia 3 de outubro. Na ocasião o grupo vivenciou a entrega de fitas para 1 zelada e 3 zelados, que fizeram seus votos de fidelidade ao Coração de Jesus.


Fotos: Guilherme Correa

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

ARQUIDIOCESE EM ORAÇÃO PELOS CRISTÃOS DO ORIENTE

Amigos, a fundação pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre está promovendo um momento de oração por todos os cristãos que sofrem no Oriente Médio. No Rio de Janeiro o evento que reunirá católicos da Arquidiocese e dos diversos movimentos eclesiais será no dia 08 de Outubro, às 16:30h no Santuário de Adoração Perpétua de Sant´Anna, Centro do Rio. Confira, compartilhe, compareça!
Nossos irmãos precisam da sua oração...
A Igreja de Sant'Ana - Santuário de Adoração Perpétua fica na Praça Cardeal Leme, nº 11 - Centro (final da Rua de Sant'Ana)
tel (21) 2224 0710

sábado, 6 de setembro de 2014

CONCERTO COMEMORATIVOS AOS 275 ANOS DO SEMINÁRIO SÃO JOSÉ

Sob a regência do Maestro Antonio Pedro de Almeida, o Seminário São José realizou o concerto comemorativo aos  seus 275 anos. Com a presença do Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, seus bispos auxiliares, com a presença ilustre do Núncio Apostólico Dom Giovanni Danielo, além dos padres, diáconos, seminaristas e seus familiares.
O Coral do Seminário e a Orquestra de Câmara Sintonia da Antiga Sé, contou com 35 vozes e 6 músicos dos instrumentos flauta, trompete, violinos e Violoncelo.
Em um dos momentos de apresentação, Olívia Ferreira, cantora católica, abrilhantou com a sua voz emocionando as mais de 600 pessoas presentes.
Num repertório variado, destacamos entre muitas outras, a Marcha da Igreja, de David Julien, Deus de amor, de José Alves e, num pedido do arcebispo, após a bênção final, o hino de São José, fechando a noite musical.









Núncio Apostólico Dom Giovanni
 

Olívia Ferreira






Chegada de Dom Orani e o Núncio Apóstólico Dom Giovanni

Dom Roque 

Maestro Antonio Pedro de Almeida
Irmãs de Nossa Senhora do Bom Conselho

Fotos: ecosdesantana.com.br
Marcos Arzamendia

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

275 ANOS DO SEMINÁRIO SÃO JOSÉ

O jubileu dos 275 anos do Seminário Arquidiocesano São José será comemorado nos dias 5 e 6 de setembro com uma programação especial:
Dia 5 de setembro, os festejos se iniciarão às 7h, em uma celebração destinada aos alunos dos seminários Maior, Propedêutico e Redemptoris Mater. A missa com Laudes será presidida pelo Cardeal Orani João Tempesta e concelebrada pelos bispos, formadores do seminário e os diretores dos Institutos de Filosofia e Teologia. No mesmo dia, na Igreja de Sant’Ana, às 18h30, haverá concerto do coral Schola Cantorum do Seminário Arquidiocesano São José, sob a regência do maestro Antônio Pedro de Almeida. A igreja fica na Praça Cardeal Dom Sebastião Leme, 11, no Centro.
Dia 6 de setembro, haverá missa em ação de graças pelos 275 anos do Seminário e Rito de Admissão às Ordens Sacras na Igreja Nossa Senhora das Dores, às 8h30, na Avenida Paulo de Frontin, 500, no Rio Comprido. A Eucaristia será presidida pelo Núncio Apostólico do Brasil, Dom Giovanni d’Aniello e concelebrada pelo Cardeal Orani João Tempesta, bispos e padres presentes. Será transmitida pela Rádio Catedral FM, WebTV Redentor e Redevida.


ANIVERSÁRIO DE MONSENHOR VITAL

Por: Carlos Moioli - Portal da Arquidiocese
Na busca de fazer a vontade de Deus
A expressão do autor divino ‘Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedec’ (Hb 5, 6), encontra uma feliz ressonância na vida e no ministério de monsenhor Vital Francisco Brandão Cavalcanti.
Nesta terça-feira, 2 de setembro, ele completou 90 anos de idade, com missa em ação de graças realizada na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, na Glória. A maior parte de sua vida, totalmente dedicada a Deus, na esteira do seguimento do sumo e eterno sacerdote.
“Ainda hoje tenho procurado aplicar cotidianamente o Evangelho na vida. Não é fácil, mas me esforço para assimilar, na busca de dar uma resposta para Deus hoje”, explicou.
Os passos hoje podem ser lentos, a voz pode ser embargada, mas o múnus de proclamar e explicar a Palavra de Deus continua com o mesmo vigor dos primeiros tempos. Um ‘exemplo de sacerdote’, sinalizam os seus fiéis paroquianos. Desde que se tornou pároco emérito, celebra todos os dias da semana, às 12h05, para os colaboradores da Arquidiocese do Rio.
Feliz e agradecido pelo dom da vida e pela vocação recebida, monsenhor Vital explica que ainda se esforça para corresponder ao chamado de Deus.
“Três características marcam a minha vida: o amor a Eucaristia, a devoção a Nossa Senhora e o ‘sentir com a Igreja’, na estima aos pontífices, desde João XXIII até o Papa Francisco, no respeito e na vontade de viver as suas orientações”, pontuou.
Ação de graças
Neste ano, a comemoração de seu aniversário natalício está entrelaçada com o jubileu do Seminário São José. Considerado o decano dos seminaristas, um exemplo para quem deseja se consagrar a Deus. Mais que exemplo, é admirado por todos os seus irmãos de sacerdócio.
Apesar de levado, a vocação nasceu cedo. Não teve o exemplo de ninguém. Acredita que foi por influência de sua Comunhão precoce. Quando recebeu, pela primeira vez, tinha seis anos incompletos.
“A Eucaristia, que sempre tive um amor especial, me atraiu para o sacerdócio. Um amor que foi possível, motivado pelo Papa Pio X, cuja canonização tive a alegria de participar, em 1954, na minha primeira peregrinação a Roma. Foi ele quem permitiu e impulsionou as crianças a receber a Comunhão, desde que
soubesse distinguir a diferença do pão eucarístico”, explicou.
O menino Vital, filho do engenheiro mecânico Francisco Cezar Brandão Cavalcanti e de Maria Tereza Brandão Cavalcanti, nasceu em Recife (PE), no dia 2 de setembro de 1924. Com menos de dois anos veio com a família para o Rio de Janeiro, onde residiu primeiramente no bairro da Glória, junto com seus
avós paternos.
O ensino fundamental fez no Externato Coração Eucarístico. Entre 1935 e 1940 estudou no Seminário São José, no Rio Comprido, concluindo o ensino médio.
Os cursos de filosofia e teologia, de 1941 a 1947, fez na cidade de São Paulo, no Seminário Central da Imaculada Conceição, no Ipiranga.
No dia 7 de dezembro de 1947, aos 23 anos, era ordenado sacerdote por Dom Jaime de Barros Câmera, na Paróquia Nossa Senhora da Antiga Sé, no Centro, onde foi pároco na década de 1970.
Durante seu ministério sacerdotal, monsenhor vital, que recebeu o título do Papa João XXIII e confirmado pelo Papa Paulo VI, exerceu várias atividades no âmbito diocesano.
A primeira função, por 14 anos, foi a de professor do Seminário São José. Também foi notário e chanceler da Cúria, e vigário geral durante o Concilio Vaticano II, respondendo pela arquidiocese.
Foi ainda vigário episcopal, membro da comissão de Liturgia, do Conselho Presbiteral, defensor de vínculo no Tribunal Interdiocesano, penitenciário do Cabido da Catedral, coordenador da Escola Luz e Vida e redator do folheto da Foi capelão de diversas instituições de cunho social e educacional e assistente espiritual de diversas associações e movimentos, até hoje, como as Equipes de Nossa Senhora, o Serra Clube e Pia União das Filhas de Maria.

Congresso Eucarístico
Um dos eventos que permanecem na memória de monsenhor Vital é o Congresso Eucarístico Internacional, realizado no Rio de Janeiro, em 1955. Evento que ganhou impulso a partir dos decretos de São Pio X sobre a comunhão frequente (Sacra Tridentina Synodus, de 1905) e sobre a comunhão das crianças (Quam Singularis, de 1910).
 “O Congresso Eucarístico no Rio foi um movimento extraordinário para toda a Igreja. Fui um dos padres que carregou o carro na procissão final, que reuniu milhares de fiéis. Andando na rua de batina, as pessoas pediam para se confessar. Havia missas em muitos horários, até a meia-noite. Além da beleza do evento, os seus frutos perduraram em amor pela Eucaristia e no fortalecimento da vida paroquial”, destacou.

Vida de pároco

De 1964 a 1976, monsenhor Vital esteve à frente da Paróquia São Francisco Xavier, na Tijuca, onde construiu uma capela no Morro da Chacrinha. Por dez anos, também respondeu pela comunidade do Esqueleto.Em 1977, assumiu a Antiga Sé, depois de estudar por um ano em Roma, na Gregoriana, como presente pelos seus 30 anos de ordenação.
Na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, na Glória, foi pároco por 22 anos, a partir de 1982. Preocupado com a evangelização de seus paroquianos, construiu também uma capela dedicada a Nossa Senhora da Paz, no morro Santo Amaro.
“Sempre fui um pároco caseiro, presente nas reuniões dos diversos grupos
existentes. Não descuidei dos jovens, da família, dos pobres. Não fiz tudo, mas
o possível. Acredito que deixei boas sementes”, pontuou.



Fotos e texto: Carlos Moioli