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segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Retiro Anual da Pastoral da Comunicação - Pascom Rio

O Santuário de Santa Edwiges acolheu o II Retiro Arquidiocesano da Pastoral da Comunicação (Pascom), no último sábado, 9 de novembro. Tendo como tema "É Cristo que comunica", o encontro contou com a participação de cerca de 100 agentes da Pascom-Rio de todos os vicariatos territoriais."
 

Após uma caminhada, que teve início na Quinta da Boa Vista com destino ao Santuário, os participantes receberam as boas vindas do coordenador arquidiocesano da Pascom-Rio, Padre Marcio Queiroz. Em seguida, o professor da Puc-Rio, Miguel Pereira fez um momento de reflexão sobre a Pastoral e a professora Alessandra Cruz, também da Puc-Rio, falou sobre Redes e Interação.

Na parte da tarde aconteceu uma bela adoração ao Santíssimo Sacramento. Conduzido pelo Reitor da Santuário, Padre Divino Pereira, o momento de adoração emocionou aos agentes da Pascom que puderam ficar bem próximos e tocar o Santíssimo Sacramento.

Padre Marcio Queiroz dando boas vindas as agentes. Foto de Leonardo Santos.
Professor Miguel Pereira. Foto de Leonardo Santos.
Professora Alessandra Cruz. Foto de Leonardo Santos.

Adoração ao Santíssimo Sacramento. Foto de Leonardo Santos.

Adoração ao Santíssimo Sacramento. Foto de Victor Gonzalez.

Padre Divino, reitor do Santuário. Foto de Victor Gonzalez.
Momento de reflexão conduzido pelo Padre Divino. Foto de Victor Gonzalez.

Adoração ao Santíssimo Sacramento. Foto de Victor Gonzalez.


Adoração ao Santíssimo Sacramento. Foto de Leonardo Santos.

CELEBRAÇÃO PELO ANIVERSÁRIO PADRE MARCELO SSS


domingo, 3 de novembro de 2013

SACRAMENTINOS CELEBRAM EM SANT'ANA

Na manhã deste domingo, 3 de novembro, o Santuário da Adoração Perpétua recebeu os padres, leigos e religiosos sacramentinos que estão em assembléia até a próxima quinta-feira. A província de Guadalupe, conta com os países da Argentina, Chile e Bolívia, além do Brasil. A Celebração foi presidida pelo superior Geral da Congregação Padre Eugênio, e concelebrado pelo Provincial do Brasil Padre Junior, contando com a presença do Bispo auxiliar da arquidiocese do Rio de Janeiro, Dom Edson de Castro Homem, além dos mais de 20 padres sacramentinos presente.
Após a celebração Eucarística, todos presenciaram um momento de confraternização com o almoço preparado por membros da Aliança de Casais, da paróquia.






HOMILIA PADRE EUGÊNIO






  




















Fotos: Zelia Arzamendia e Gabriela Arzamendia

53ª FEIRA DA PROVIDÊNCIA


sábado, 2 de novembro de 2013

Recordar é viver

Hoje é dia de trazer à mente aquelas pessoas que nunca saíram do nosso coração. Não são apenas nomes que escrevemos nas intenções da santa missa neste dia todo dedicado aos falecidos: são memórias, recordações, emoções, lembranças, fatos e, acima de tudo, rostos daqueles que nos foram caros, e sem os quais nossa vida não teria sido a mesma. É dia de visitar nossa galeria pessoal, tantos semblantes de pessoas que fizeram a história de nossa vida e que, mesmo ausentes, nunca deixaram de ser presença junto a nós. Alias, esta é a grande definição da palavra saudade: a presença do ausente.

À medida em que lemos estas linhas podemos trazer à mente tantas pessoas, recordar encontros alegres, momentos felizes, fatos marcantes ou, simplesmente, o cotidiano da vivência comum com aqueles que faziam do dia a dia um momento especial em nossa vida!

Sabemos que o nosso único Salvador é Cristo mas, como dizia Santo Agostinho, "Deus que te criou sem ti, não pode te salvar sem ti". É por isso que hoje se faz tão importante rezar por aqueles que se foram e que amamos. Isto é belo, salutar, santo, digno e justo.


(Extraído do folheto A Missa, de 02/11/2013)

Dom Assis Lopes, bispo auxiliar de nossa Arquidiocese,
presidiu a celebração eucarística de 10h na Catedral de São Sebastião

REZAR PELOS QUE PARTIRAM


         Celebramos neste sábado, 02 de novembro,  o tradicional Dia de Finados, quando a Igreja Católica consagra como comemoração de todos os fiéis defuntos. Particularmente, em nossa Arquidiocese, neste dia iremos celebrar nos cemitérios, públicos e privados, a Santa Missa em sufrágio de todos os que faleceram. A Arquidiocese distribuirá um folheto próprio para esclarecer sobre esse dia e sugerindo textos para oração pelos falecidos: “Pela Fé, da Saudade à Esperança!” A pastoral das exéquias e os seminaristas estarão acompanhando as pessoas em seus momentos de orações.

         A Sagrada Liturgia nos convida a rezar pelos nossos queridos que faleceram, dirigindo o pensamento para o mistério da morte, herança comum de todos os homens. No dia da comemoração dos defuntos todos somos chamados a confrontar-nos com o enigma da morte e, por conseguinte, como viver bem, como encontrar a felicidade. Canta o Salmo: bem-aventurado o homem que doa; bem-aventurado o homem que não usa a vida para si mesmo, mas partilha; feliz o homem que é misericordioso, bom e justo; feliz o homem que vive do amor de Deus e do próximo. Assim vivemos bem e não devemos ter receio da morte, por que estamos na felicidade que provém de Deus e que permanece para sempre.

         A Igreja sempre rezou pelos mortos. A Tradição da Igreja exortou sempre a rezar pelos defuntos. O fundamento da oração de sufrágio encontra-se na comunhão do Corpo Místico. O Concílio Vaticano II recorda: "Tendo perfeito conhecimento desta comunhão de todo o Corpo Místico de Jesus Cristo, a Igreja terrestre, desde os primeiros tempos do Cristianismo, venerou com grande piedade a memória dos defuntos".  (Lumen gentium, 50).

         Muitos perguntam por que rezar pelos mortos: o Concílio nos responde: "A fé, apoiada em argumentos sólidos, oferece uma resposta à sua ansiedade acerca do seu destino futuro, e dá-nos igualmente a possibilidade de uma comunhão em Cristo com os nossos irmãos queridos, arrebatados já pela morte, dando-nos a esperança de que eles encontraram a vida verdadeira junto de Deus" (Gaudium et spes, 18).

         Na semana de Finados, “aos que visitarem o cemitério e rezarem, mesmo só mentalmente, pelos defuntos, concede-se uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos. Diariamente, do dia 1º ao dia 8 de novembro, nas condições costumeiras, isto é, confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Sumo Pontífice; nos restantes dias do ano, Indulgência Parcial (Encher. Indulgentiarum, n.13)”. “Ainda neste dia (2 de novembro), em todas as igrejas, oratórios públicos ou semi-públicos, igualmente lucra-se uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos: a obra que se prescreve é a piedosa visitação à igreja, durante a qual se deve rezar o Pai-nosso e o Creio, confissão sacramental, comunhão eucarística e oração na intenção do Sumo Pontífice (que pode ser um Pai Nosso e Ave-Maria, ou qualquer outra oração conforme inspirar a piedade e devoção).” (pg. 462 do Diretório Litúrgico da CNBB).

         Ao lucrar a indulgência, todas as orações pertencem à comunhão dos santos, que é a união da Igreja que está na Terra, no Céu e no Purgatório, naquilo que chamamos de Igreja militante, Igreja triunfante e Igreja padecente, respectivamente. Nesse dia é impossível não recordar também como estamos nos preparando para o encontro com Deus. É importante que, ao rezar pelos irmãos que partiram, nós reflitamos sobre o sentido último de nossas vidas.

         O gesto bonito de marcar missas pelos seus defuntos deve ser revalorizado em nossas comunidades, bem como o de visitar os cemitérios. Não nos esqueçamos de pedir missas pelas almas do purgatório, rezando pelos que são vítimas da violência urbana e pelas almas dos que foram enterrados como indigentes. Estaremos celebrando uma missa especial por eles no Cemitério de Santa Cruz. Da mesma maneira que ajudaríamos em vida os irmãos enfermos, assim, depois de mortos, devemos ter piedade dos fiéis defuntos, rezando pelo descanso eterno de suas almas. Entre os católicos a tradição é orar pelos defuntos e no possível celebrar a Santa Missa por seu eterno descanso. Diz a Liturgia: "Dá-lhes, Senhor, o descanso eterno e brilhe para eles a luz eterna". Já Santo Agostinho disse: "Uma lágrima se evapora, uma flor murcha, só a oração chega ao trono de Deus". Por isso, rezemos pelos que nos precederam.

         Que as almas dos fiéis defuntos, pela misericórdia de Deus, descansem em paz!



         † Orani João Tempesta, O. Cist.
         Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

MISSA DE FINADOS: "NASCEMOS PARA VIVER ETERNAMENTE"

Por: Cláudia Brito de Albuquerque e Sá (claudiabrito@testemunhodefe.com.br) -
 JORNAL O TESTEMUNHO DE FÉ
“Nós temos uma certeza, que marca o dia de hoje, é que a vida não terminou aqui. A vida das pessoas falecidas continua, porque nascemos para viver eternamente”, afirmou o arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, na missa do Dia de Finados, celebrada na manhã deste sábado, dia 2 de novembro, no Cemitério Ordem Terceira do Carmo, no Caju.

“A Palavra de Deus hoje nos fala da esperança, da confiança que temos em Cristo, que é o Caminho, a Verdade e a Vida, que nos conduz ao Pai. Somos sempre chamados a dar testemunho dessa certeza na vida eterna. Queremos recordar e orar pelas pessoas queridas que voltaram para a Casa do Pai, para que tenham os olhos purificados para contemplar a Deus. O fim da nossa vida não é o cemitério, mas estar com Deus”, disse o arcebispo.
Dom Orani falou sobre a comunhão que existe entre a Igreja Triunfante (Céu), Militante (Terra) e Padecente (Purgatório).


“Hoje, rezamos por todos os falecidos, não sabemos se eles estão na contemplação de Deus ou no Purgatório, mas acreditamos que Deus fará chegar as nossas orações a quem necessitar delas. Pela fé, queremos viver cada vez mais a esperança da vida nova, que começa aqui. Desejamos que um dia nossos olhos se abram para a eternidade feliz, para estarmos com o Senhor”, destacou.
O arcebispo ressaltou que pensar na vida eterna dá sentido à vida e motiva a luta por um mundo mais justo e humano.


“Quanto mais nos perguntarmos sobre o sentido da nossa vida, melhor viveremos o nosso dia a dia, fazendo o bem e construindo a fraternidade. Devemos lembrar que a vida tem uma dimensão que vai além da morte física. Enquanto aguardamos a ressurreição final, queremos manifestar ao mundo o valor da vida humana, desde a concepção até a morte natural”, observou.

No Rio, a coleta das missas celebradas nos cemitérios será doada para o Seminário Arquidiocesano. No final da celebração, Dom Orani agradeceu também as doações feitas para quitar as dívidas adquiridas para a realização da Jornada Mundial da Juventude Rio2013.

Fotos: Gustavo de Oliveira

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Cidade de Vitória, no Espírito Santo, será sede do 9º Muticom




O 9º Mutirão Brasileiro de Comunicação vai acontecer na cidade de Vitória (ES). O anúncio foi feito pela Ir. Élide Fogolari, assessora de comunicação da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, da CNBB, no encerramento do 8º Muticom, na tarde desta quinta-feira (31). O evento vai acontecer no período de 15 a 19 de julho, e vai debater o tema “A ética na comunicação”. Esta será a segunda vez que a capital capixaba sedia um Mutirão de Comunicação.

De acordo com Dom Wladimir Dias, bispo auxiliar de Vitória (ES), a ideia da cidade sediar o encontro foi recebida com alegria pelos bispos do regional. “Nós começamos a planejar o 9º Muticom desde o mês de maio. Vamos trazer para esta edição, o tema da ética na comunicação, que pretende gerar um bom debate com os participantes. A nossa expectativa é de reunir muitos comunicadores, em nossa cidade”, ressalta.

Solenidade de encerramento

A solenidade de encerramento do 8º Muticom contou com um momento de homenagens às rádios rurais do estado do Rio Grande do Norte, concedidas pela Signis Brasil. A Ir. Helena Corazza, presidente da associação, no Brasil, afirmou que a homenagem é uma forma de incentivo aos veículos, tendo em vista os diversos desafios da comunicação na atualidade. “Aqui, no Rio Grande do Norte, foi onde teve a semente plantada e germinada da educação rural. Nada mais justo do que prestar esta singela homenagem a esses meios”, destaca. Receberam a comenda, as Rádios Rurais de Natal, Caicó e Mossoró.

Encerrando o evento, a avaliação dos organizadores é positiva. A Ir. Élide Fogolari considera que o Mutirão gerou um importante debate sobre a comunicação e a cidadania. “Foi um mutirão lindo. Em todos os dias, tivemos a participação de pessoas que incentivaram um importante debate acerca da comunicação e cidadania, e esse conhecimento, nós vamos levar e aplicar em nossas dioceses e paróquias”, comemora.

Para o coordenador geral do evento, o Padre Edilson Nobre, o sentimento é de agradecimento. “Ao final de um evento como este, a nossa palavra é de gratidão aos participantes, e, principalmente, àqueles que trabalharam para a concretização deste momento. Tudo que pudemos experimentar nesses dias foi fruto de muito trabalho”, frisa.

Esta edição do Muticom aconteceu pela primeira vez em parceria com uma Universidade pública. Segundo o professor do Departamento de Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e coordenador acadêmico do 8º Muticom, Juciano Lacerda, a parceria entre as instituições gerou bons resultados. “A realização deste evento significou a possibilidade de intercâmbio da comunicação feita nas comunidades e academia, gerando troca de experiências”, diz.




Fan Page do 9º Muticom:

https://www.facebook.com/muticomvitoria?fref=ts



Fonte: http://muticom.com.br/cidade-de-vitoria-sera-sede-do-9o-muticom.html