Texto e fotos: Raphael Freire/Portal ArqRio
Iniciando o décimo quinto dia de peregrinação pela cidade do Rio de Janeiro, o cortejo com os Símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) saiu da Paróquia São Benedito, em Pilares, na manhã deste sábado, 20 de julho, e seguiu para a Paróquia Nossa Senhora Aparecida, na Ilha do Governador, onde o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, presidiu a Eucaristia.
Transmitida ao vivo pela Rede Vida de Televisão, WebTV Redentor e Rádio Catedral FM106,7, a Celebração Eucarística foi concelebrada pelo Bispo Auxiliar e Animador do Vicariato Leopoldina, Dom Roque Costa Souza, pelo Vigário Episcopal da região, Padre Alex Siqueira, pelo Pároco, Padre Gilvan André, pelo Diretor Executivo do Setor Pré-Jornada, Padre Jefferson Merighetti, e diversos sacerdotes da Arquidiocese.
Já no espírito da JMJ Rio2013, a liturgia da Missa foi realizada em diversas línguas, com a proposta de que voluntários e peregrinos vindos dos mais diversos países também participassem ativamente da celebração sentindo-se em casa. Inspirado pelo Evangelho do dia (Mateus 12,14-21), Dom Orani destacou a missão de todos os cristãos, a consequência da adesão a Palavra e ao projeto de Deus, e a confiança no Cristo Ressuscitado que liberta e vence a morte.
— A Palavra de Deus recorda para todos nós a nossa missão em Cristo Jesus e a importância de levarmos também esta Palavra a todas as pessoas, pois esta é a nossa missão como discípulos de Jesus. Por outro lado, a missão daqueles que seguem a Deus desperta a perseguição de muitos que tentam calar Jesus e este aspecto também faz parte da nossa caminhada, mas o Senhor nos ajuda e nos liberta de todos os males. De um lado a nossa vocação é fazer o bem, levar a paz e a vida para todos, e por outro lado sempre teremos aqueles que querem calar o Cristo, mas é importante ressaltar que todo o trabalho da Igreja não se faz sem cruz. Esses aspectos nós experimentamos a cada dia, mas com eventos maiores como a JMJ Rio2013 isso se visibiliza de forma grandiosa e aparece com muita clareza, mas tudo o que nós fazemos é para que a vida aconteça, afirmou Dom Orani.
Ainda durante a homilia, o Arcebispo recordou que a Semana Missionária, que vem sendo realizada em todas as Arquidioceses e Dioceses do país, é um grande trabalho missionário que todo o Brasil vem realizando.
— Durante esta semana todas as dioceses e paróquias do Brasil vivem a Semana Missionária e nós abraçamos todos que estão atuando e trabalhando neste projeto. Toda a nossa pátria, nossa nação e nosso país numa grande missão continental, missão permanente, que todo esse trabalho da JMJ Rio2013 despertou. Aqui na sede da Jornada, neste Santuário Mundial da Juventude, no lugar da Semana Missionária temos a missão de peregrinar com os Símbolos da JMJ que foram recepcionados há quinze dias e está percorrendo toda a nossa Arquidiocese. Este é um belo momento que nós vivemos no país todo e aqui na Paróquia Nossa Senhora Aparecida queremos pedir por todas as paróquias e dioceses que realizam a Semana Missionária, disse Dom Orani.
As jovens paroquianas Isabelle Faria e Daiene Marins falaram sobre a experiência de acolher as relíquias deixadas pelo Papa Beato João Paulo II na comunidade.
— É maravilhoso estar recebendo a visita da Cruz e o Ícone de Nossa Senhora e acolher os peregrinos. É maravilhoso ver pessoas de todos os lugares do mundo vindo aqui para o Rio de Janeiro participar desta grande peregrinação com o Papa Francisco, destacou Daiene.
— É realmente muito emocionante acolher os símbolos da JMJ principalmente nesta época em que estamos finalizando a Semana Missionária aqui na nossa paróquia e prestes a iniciar a Jornada Mundial da Juventude em nossa Arquidiocese. Esses momentos são um fortalecimento para a nossa fé, concluiu Isabelle.
Símbolos da JMJ visitam e acolhem jovens privados de liberdade
Após a Celebração Eucarística na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, a Cruz Peregrina e o Ícone de Nossa Senhora foram conduzidos pela equipe da Pré-Jornada até os Centros de Socioeducação Gelso de Carvalho Amaral (CENSE-GCA) e Professor Antônio Carlos Gomes da Costa (CENSE-ACGC) – unidades do Novo Degase (Departamento Geral de Ações Socioeducativas) –, também na Ilha do Governador.
— Ao entregar esses Símbolos à juventude o Papa João Paulo II disse aos jovens que os levassem por todos os lugares onde fossem e espero que esta visita da Cruz e do Ícone da JMJ as unidades do Degase seja um momento celebrativo e que todos possam vivenciar este momento, disse Dom Orani João Tempesta.
Acompanhando a peregrinação pelos centros de socioeducação, o Bispo Auxiliar e Responsável pela Pastoral Carcerária da Arquidiocese, Dom Pedro Cunha Cruz, levou uma mensagem de fé e esperança a juventude privada de liberdade, e afirmou que a Igreja aposta todo o projeto evangelizador também nos jovens que se encontram nas instituições.
— Ao ver vocês entrarem com a Cruz e com o Ícone de Nossa Senhora lembrei uma frase de Santa Teresinha do Menino Jesus que dizia: “O sol quando brilha não se esquece daquela florzinha que está no canto”. O que Santa Teresinha queria dizer é que mesmo com as árvores enormes e com todos os obstáculos o sol também brilha para aquela florzinha pequena, e este é o grande significado desses Símbolos virem aqui visitar e acolher cada um que aqui está, pois vocês são os jovens de hoje e é em vocês que nós apostamos todo o projeto evangelizador da Igreja, afirmou.
Além de acompanhar a peregrinação, Dom Pedro presidiu os momentos de oração nas duas unidades do Degase e o Diretor Executivo do Setor Pré-Jornada, Padre Jefferson Merighetti, exortou os jovens para que não deixassem de rezar junto aos Símbolos da Jornada Mundial da Juventude.
— Com esta visita nós queremos que vocês tenham um momento para rezar e tocar nestes Símbolos especiais confiando a oração e a vida de vocês nas mãos de Jesus Cristo e de Maria, destacou Padre Jefferson.
Seguindo a orientação do sacerdote, num momento de muita emoção e com lágrimas nos olhos, os jovens tocavam na Cruz e no Ícone de Nossa Senhora e rezavam acompanhados dos funcionários, que também participaram do momento de oração.
Finalizando este décimo quinto dia de peregrinação, o cortejo com os Símbolos da JMJ chegarão às 19h30min, na Quadra da Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel, onde uma Missa será presidida por Dom Orani João Tempesta. De Padre Miguel, a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora ficarão em vigília na Paróquia de Sant’Ana, em Campo Grande.
Galeria de fotos:

Para facilitar a participação dos peregrinos de diversas regiões do mundo, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013) vai oferecer catequeses em 26 idiomas diferentes. Serão 273 locais de catequese. Conduzidas por bispos escolhidos pelo Pontifício Conselho para os Leigos (PCL), as catequeses são manhãs de formação, louvor, testemunhos, confissão e celebração da Santa Missa.
Veja onde fica sua paróquia de referência
O grupo mais numeroso é o espanhol com 51 locais de catequese. O segundo é o português, com 29 locais, seguido do inglês com 24. Os locais de catequeses têm capacidade variada. O menor terá 65 peregrinos e o maior 5mil.
Alemão, árabe, chinês, coreano, croata, dinamarquês, eslovaco, esloveno, espanhol, euregio, flamengo, francês, grego, holandês, inglês, italiano, japonês, letão, lituano, polonês, português, romeno, russo, sueco, tcheco e ucraniano. Esses são os idiomas das catequeses e foram escolhidos com base no número de peregrinos inscritos falantes das línguas.
Confira o mapa com os locais de catequese
Como funciona uma catequese
As catequeses acontecem nas manhãs dos dias 24, 25 e 26 a partir das 9h. Os temas das formações dos bispos catequistas aprofundam o lema da JMJ Rio2013. Na quarta-feira, os bispos refletirão sobre “Sede de esperança, sede de Deus”. Na quinta, o tema será “ser discípulo de Cristo”. E por fim na sexta, os jovens vão aprender mais sobre “ser missionário, Ide!”.
Após a meditação, os jovens têm a oportunidade de fazer perguntas para os bispos catequistas. E a programação da manhã termina com a celebração da Santa Missa.
Conheça os bispos catequistas
Fonte: Comunicação JMJ Rio2013

A programação do primeiro dia da visita do Papa Francisco ao Rio de Janeiro inclui um trajeto de papamóvel pelas ruas do Centro do Rio de Janeiro na próxima segunda-feira, 22 de julho. Todo o Séquito Papal se deslocará para o Palácio Guanabara, de helicóptero, não acompanhando o Santo Padre no passeio de papamóvel pela cidade. O Papa vem ao Rio para participar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013).
Ao desembarcar na base área do aeroporto Galeão, às 16h, o Papa Francisco segue de carro fechado até a Catedral Metropolitana. Lá, o Santo Padre embarcará no papamóvel, no qual circulará por ruas do centro da cidade. As informações foram divulgadas pelo do Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013.
O trajeto previsto é: Avenida República do Chile, Avenida Rio Branco, Rua Araújo Porto Alegre, Avenida Graça Aranha, Avenida Nilo Peçanha e novamente na Avenida Rio Branco em direção ao Teatro Municipal. Do Municipal, o Papa Francisco seguirá em carro fechado até o 3º COMAR (ao lado do Aeroporto Santos Dummont), onde embarca no helicóptero que o levará até o Palácio Guanabara.
“A decisão corresponde à vontade do Santo Padre de aproximar-se, desde sua chegada, da população e atende, ainda, a questões logísticas ligadas ao deslocamento pela cidade”, de acordo com nota oficial do COL.
Fonte: Comunicação JMJ Rio2013

Dentro da programação da Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013), haverá uma apresentação artística em celebração à vida. O Show Vida In Concert acontecerá na próxima segunda-feira, 22, no Palco Bote Fé Brasil, no pavilhão 4, no Rio Centro. O evento quer criar uma consciência em favor da vida, em contraponto à difusão da cultura de morte, e entusiasmar os jovens a defenderem a vida da concepção até a morte natural, garantindo a dignidade da pessoa humana de modo integral.
O evento começa às 18h, com a recepção da Cruz e do Ícone de Nossa Senhora, símbolos da Jornada Mundial da Juventude. Logo depois, será feita uma apresentação introdutória de teatro e dança e às 19h o show tem início. As músicas que serão apresentadas foram selecionadas previamente, todas de acordo com a temática. O público estimado é de 50 mil pessoas.
Maria José da Silva, coordenadora geral do show e diretora de relações institucionais do Instituto Eu Defendo explica que é a plenitude da vida que o show pretende celebrar. “Jesus disse ‘Eu vim para que todos tenham vida. E vida em abundância’. Então é essa vida que queremos propagar. O objetivo desse show é anunciar a vida em sua plenitude, com todos os seus dons, trabalhar a temática a juventude que se degrada nos vícios. Vamos abordar também a eutanásia e tudo o que compete a promover a dignidade da pessoa humana”, explicou.
O Show Vida In Concert contará com bandas e cantores católicos, como Padre Fábio de Melo, Padre Omar Raposo, Padre Reginaldo Manzotti, Adriana Arydes, Dunga, Rosa de Saron e Ziza Fernandes. Com o intuito de dar abrangência ao projeto e estreitar o diálogo ecumênico, também foram convidados alguns cantores seculares e evangélicos, mas igualmente comprometidos pela defesa da vida, como Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Toni Garrido, Thiaguinho e Banda Encantus. Os artistas não cobraram cachê.
Movimentos pró-vida
A ideia do nome “Vida In Concert” nasceu em 2012 e foi criado em consenso numa reunião de movimentos pró-vida, conta Maria José. “Vimos que precisávamos combater a cultura da morte enaltecendo o valor da vida. Tudo começou do desejo de unir todos os movimentos pró-vida, podendo trazer também pessoas de outras religiões para participar”.
O projeto foi dividido em duas etapas. A primeira, que se iniciou no início do mês, tem o objetivo de motivar as pessoas a defenderem a vida e fazer com que estejam familiarizadas com o contexto do show. O propósito é formar promotores da vida durante a JMJ Rio2013. A segunda etapa é o próprio show, que estará acontecendo simultaneamente à Expo Católica. Os movimentos pró-vida estarão em um estande distribuindo materiais em defesa da vida.
Durante o Show Vida In Concert haverá a distribuição do Kit Vida, composto por uma miniatura de um bebê com 10 semanas de gestação e um folder com todas as informações científicas sobre o desenvolvimento embrionário humano em quatro línguas. “Queremos que o mundo saiba que o Brasil é um país da cultura da vida e que nós não permitiremos jamais o aborto em nosso país. Então essa é a nossa missão como promotores da vida e da alegria de servir, e saber que a gente pode estar em comunhão com todas essas dimensões religiosas e segmentos religiosos para defender a vida humana”, conclui Maria José.
Fonte: Comunicação JMJ Rio2013
Texto e foto: Raquel Araujo/Portal ArqRio
O décimo quarto dia de peregrinação dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude pela cidade sede, foi marcado pela visita ao Vicariato Suburbano. A primeira parada desta sexta feira, 19 de julho, foi a paróquia Nossa Senhora das Graças, em Marechal Hermes, que acolheu os ícones sagrados com queima de fogos e badalar de sinos. A Eucaristia, dedicada aos enfermos foi celebrada pelo Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, Dom Edson de Castro Homem e contou com a presença de autoridades responsáveis pelo Hospital Carlos Chagas, localizado ao lado da Paróquia:
Durante a Homilia, Dom Edson ressaltou Maria como exemplo de misericórdia e exortou os presentes a seguirem seu exemplo:
- A misericórdia é o maior dos sacrifícios porque o amor precisa ser provado através da misericórdia. Todos nós podemos, pela graça que nos move, ser um pouco mais misericordiosos. Nós invocamos Maria, nesse belo ícone que nos é apresentado com o menino Jesus nos braços, como aquela que também é a Mãe de Misericórdia. Jesus nos ensinou: “bem-aventurados os misericordiosos porque eles alcançarão misericórdia”. Não podemos nos esquecer disso porque, hoje em dia estamos perdendo a sensibilidade, afirmou.
Após a celebração, os fiés seguiram em procissão com os ícones até a frente do Hospital Carlos Chagas, onde houve a Oração do Ângelus.
Irmã Maria Lauritta veio do Chile junto com outros dez membros consagrados de sua comunidade: Madre Del Pueblo de Dios. Hospedados na Paróquia Nossa Senhora de Nazaré e contando os dias para o início da Jornada Mundial da Juventude, a irmã ressaltou a felicidade em poder tocar nos símbolos sagrados:
- É uma emoção muito grande porque todos compartilham a mesma fé e os jovens que atendemos em nosso movimento são muito carentes, com poucos recursos. Nos esforçamos um ano para trazê- los para a Jornada, é emocionante. Ao ficar diante dos símbolos, pedi pelas vocações. Somos de um movimento relativamente novo e necessitamos de muitas vocações, disse.
Já na Paróquia São Sebastião, em Deodoro - segunda visita desta sexta-feira - paroquianos e membros das comunidades vizinhas aguardavam ansiosos a chegada dos símbolos da JMJ.
Cânticos e bandeiras nas cores da Jornada deram um toque especial à acolhida da cruz e do ícone de Maria. Moradora de Anchieta, Flávia Maria Bastos chegou cedo a Deodoro para ver os símbolos:
- Moro em Anchieta e não poderia deixar de vir. Não sei nem como explicar a felicidade que este momento trás. Espero que estes símbolos e tudo o que eles representam, cheguem aos corações dos jovens, principalmente dos que estão afastados da Igreja. Deus é maravilhoso e, tenho certeza de que eles irão perceber isto quando forem tocados por Ele, pediu.
Festa em Vila Valqueire
Às 15h, o Terço da Misericórdia foi transmitido ao vivo pela Rádio Catedral diretamente do Santuário da Divina Misericórdia. Os símbolos da JMJ também estiveram no local e abençoaram os presentes.
O Santuário, assim como a cruz e o ícone da juventude tem uma intima relação com o Beato João Paulo II. Foi ele que instituiu, no ano de 2000, a Festa da Divina Misericórdia, ao decretar que segundo domingo da Páscoa passaria a chamar Domingo da Divina Misericórdia. Coube também ao então Papa João Paulo II, a canonização de Santa Faustina.
A coordenadora da Pastoral Familiar do Santuário, Ana Lúcia Santos, destacou que a presença da cruz e do ícone trazem união para as famílias:
- Ver a minha família trabalhando para a Jornada e podendo receber os símbolos aqui na nossa comunidade, de coração aberto, é tudo de bom. É um dos retornos que podemos dar enquanto família, ao Senhor que faz tantas graças. E para a Pastoral Familiar, creio que os símbolos podem trazer essa união para as famílias. Às vezes passamos por tantas dificuldades, mas a fé em Jesus Cristo reconstrói, testemunhou.
Benção aos motoqueiros
No início da manhã, o padre capelão dos fuzileiros Navais, padre Érico Pitágoras abençoou as motos as vinte e duas motos dos fuzileiros navais. A escolta acompanha os símbolos da JMJ desde a chegada ao Rio de Janeiro e também atuará nos dias da Jornada Mundial da Juventude.
Ao longo de seus 64 anos de existência, o Pelotão de Motociclistas dos Fuzileiros Navais realiza escoltas para proteção de comboios militares e também de autoridades. Foram eles que realizaram a escolta do Papa João Paulo II quando este esteve no Rio de Janeiro em 1980 e em 1997. O Pelotão pertence à Companhia de Polícia do Batalhão Naval.
Texto: Raphael Freire/Portal da ArqRio
Fotos: Gustavo de Oliveira / Raphael Freire
Peregrinando pela cidade do Rio de Janeiro desde o dia 6 de julho, os Símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) - Cruz e Ícone de Nossa Senhora - levam a paz e a esperança que vem de Deus a todos os lugares por onde passam, e neste décimo terceiro dia de peregrinação pela Cidade Maravilhosa não foi diferente. Iniciado com Laudes no Santuário da Mãe Três Vezes Admirável de Schoenstatt, em Vargem Pequena, o cortejo com as relíquias deixadas pelo Papa Beato João Paulo II aos jovens seguiu para o Encontro do Clero, no Santuário Nossa Senhora de Fátima, no Recreio dos Bandeirantes.
Acolhidos pelos sacerdotes e diáconos da Arquidiocese do Rio, os Símbolos da JMJ foram conduzidos até a Capela das Aparições - única réplica no mundo da Capela de Portugal onde Nossa Senhora apareceu aos Pastorinhos. Após a Oração dos Mistérios Luminosos do Santo Rosário, o Arcebispo do Rio, Dom Orani João Tempesta, presidiu a Celebração Eucarística, concelebrada pelos Bispos Auxiliares Dom Edson de Castro Homem, Dom Luiz Henrique da Silva Brito e Dom Roque Costa Souza, pelo Reitor do Santuário, Cônego José Gomes, por Vigários Episcopais e demais sacerdotes presentes.
— Que a alegria do Senhor Ressuscitado esteja no coração de cada um de nós que estamos aqui e recebemos hoje, no Santuário de Fátima, os Símbolos da JMJ. Por onde passaram a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora levaram a juventude a ter consciência do seu protagonismo, de serem protagonistas desse tempo, e eu creio que esse é o grande fruto para nós que estamos dentro da Igreja... Que o jovem tenha consciência do seu protagonismo. Hoje esses sinais vêm aqui ao Santuário para o Encontro do Clero e eu agradeço a Deus por esta oportunidade e, desde já, agradeço também todas as paróquias e os padres que se engajaram na JMJ Rio2013. Fico muito feliz e agradeço a Deus por esse engajamento do Clero que participa deste momento confiando na intercessão de Maria, afirmou a Arcebispo.
Inspirado pelo Evangelho do dia (Mateus 11, 28-30), durante a homilia Dom Orani confirmou mais uma vez a consagração da Jornada Mundial da Juventude Rio2013 a Nossa Senhora de Fátima.
— Neste dia entregamos nossos trabalhos a Deus pelas mãos de Maria, recordando que no dia 13 de maio eu tive a oportunidade de fazer o mesmo no Santuário de Fátima, em Portugal, e que hoje reitero aqui nossa consagração às vésperas da JMJ Rio2013. (...) Somos chamados a ter uma experiência com o Senhor apesar do nosso cansaço, das nossas limitações e fadigas, tendo a certeza que Ele nos dará o descanso, pois o seu jugo é suave e o seu fardo é leve, exortou.
Para o Capelão Militar da Marinha, Padre Ubiratã de Oliveira Araújo, o encontro do clero da Arquidiocese do Rio com os Símbolos da JMJ foi uma oportunidade dos sacerdotes e diáconos terem o seu momento de oração junto à Cruz e o Ícone de Nossa Senhora.
— O dia de hoje é muito importante, pois é um momento onde o clero pode se reunir como irmãos para louvar a Santa Cruz e pedir a intercessão da Virgem Maria porque nós estamos sempre muito atarefados com todas as atividades da Jornada, tendo em vista que as paróquias acolherão os peregrinos. Este é um momento do padre poder estar juntos aos Símbolos, se recolher e dizer: “obrigado meu Deus por esta proposta de trabalho”, além de pedir a Virgem Maria que interceda por este clero. É um momento muito dignificante e feliz para nós padres poder carregar esta Cruz e esse Ícone de Nossa Senhora, disse Padre Ubiratã.
O Ângelus também foi rezado no Santuário e, logo após, o cortejo com os Símbolos seguiu para as Igrejas Pai Eterno e São José, na Cidade de Deus; Santa Luzia, na Gardênia Azul; e São João Batista, em Rio das Pedras. Todas as visitas foram acompanhadas pelo Bispo Animador do Vicariato Jacarepaguá, Dom Edson de Castro Homem e pelo Vigário Episcopal da região, Jan Kaleta.
— Para mim é uma emoção muito grande receber as relíquias que o nosso futuro Santo, o Papa João Paulo II deixou para a juventude. A emoção que eu estou sentindo é muito forte e essa experiência é única... Um grande momento de espiritualidade, ressaltou a jovem Mariana Paixão.
Depois de visitar as paróquias do Vicariato Jacarepaguá, os Símbolos da JMJ foram conduzidos pela equipe da Pré-Jornada até a Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem, na Rocinha. Recepcionados na entrada da comunidade por fiéis e moradores, a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora foram acolhidos na paróquia pelo Pároco, Frei James Luiz, que conduziu um momento de oração.
Finalizando o décimo terceiro dia de peregrinação pela cidade, a Cruz e o Ícone de Nossa Senhora foram levados até a Igreja da Candelária, onde participaram de uma Vigília pelos 20 anos do episódio que ficou conhecido como Chacina da Candelária, levando o conforto e a esperança que vem de Deus aos familiares das vítimas.
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Texto: Raquel Araujo/Portal da ArqRio
Em uma procissão evangelizadora pelas ruas do centro do Rio de Janeiro, os símbolos da Jornada Mundial da Juventude seguiram do Palácio São Joaquim, até a Igreja Nossa Senhora do Parto. Pelo caminho, cânticos e orações embalaram a tarde desta quarta-feira, 17 de julho, décimo segundo dia de peregrinação dos ícones sagrados.
Antes de chegar à Igreja, os símbolos pararam em frente ao prédio onde atualmente localiza-se a segunda sede do Comitê Organizador Local da JMJ, para um momento de prece. Já na Nossa Senhora do Parto, os fiéis aguardavam ansiosos a chegada dos ícones enviados em missão pelo beato João Paulo II. A presença marcante dos símbolos chamou a atenção até mesmo dos que passavam pelas ruas.
- Cheguei ao Rio de Janeiro hoje de manhã, estava passeando pelo centro e me deparei com a cruz e com o ícone de Maria. É uma graça muito grande poder vê-los, afirmou a peregrina paraense, Giovana Mota.
Situação semelhante aconteceu com Maísa dos Santos que assiste às missas na Nossa Senhora do Parto em seu horário de almoço.
— Não é a primeira vez que toquei nos símbolos. Tive um primeiro contato com eles na Lapa, logo quando eles chegaram ao Rio e a sensação foi de que Jesus levava embora todos os meus problemas, minhas angústias. Hoje vim para a missa, como sempre faço, e descobri que a cruz e o ícone estavam aqui, contou.
Às 13h30min, o Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro e animador do vicariato Urbano, Dom Pedro Cunha presidiu a Santa Missa. Durante a Homilia, Dom Pedro ressaltou o importante momento que a cidade está vivendo:
— Tenho certeza de que, após vivenciarem a JMJ, vocês nunca mais irão se esquecer. Quando vocês estiverem com sessenta, setenta anos, irão dizer: eu vivi aquele momento no Rio de Janeiro. E essa JMJ torna-se ainda mais especial porque ela está acontecendo dentro do ano da Fé, lembrou.
Após a celebração, os símbolos seguiram até o Buraco do Lume para que os fies pudessem tocá-los. Em seguida, os ícones da Juventude peregrinaram até a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.
No saguão de entrada, o presidente da Comissão de Representação da JMJ, deputado Márcio Pacheco junto do Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, acolheram os ícones. Esteve presente também o deputado Paulo Melo, representando o presidente da Alerj e o secretário de Estado de Turismo, Ronald Azaro.
Segundo o deputado Márcio Pacheco, a presença dos símbolos da JMJ na Assembleia representam uma motivação para aqueles que trabalham no local:
— Eu, particularmente, me sinto muito honrado de poder receber estes símbolos aqui. Eles representam a força da Juventude e são uma motivação para que possamos continuar lutando por uma sociedade mais justa, afirmou.
Durante a passagem dos símbolos pela Alerj, Dom Orani realizou a Caminhada Missionária e convidou os presentes a vivenciarem a JMJ:
— A Jornada Mundial da Juventude é um evento positivo, pró ativo que permite uma maior vivência da fé. Por isso, convido a todos a estarem unidos neste trabalho tão bonito. Que a presença destes símbolos aqui marquem a vida de cada e que esse sentimento seja transmitido, concluiu.
Texto: Nice Affonso, do Portal da Arquidiocese do Rio
Fotos: Gustavo de Oliveira
Na manhã desta quarta-feira, 17 de julho, os turistas que estavam visitando o Morro da Urca e o Pão de Açúcar foram surpreendidos pela chegada da Cruz dos Jovens e do Ícone de Nossa Senhora — Símbolos da Jornada Mundial da Juventude, que, desde o dia 6, peregrinam pela Cidade. O evento também marcou o início da operação especial do Pão de Açúcar, que vai funcionar em horário prolongado até 1º de agosto, para melhor atender os peregrinos da JMJ Rio2013.
O Arcebispo Metropolitano, Dom Orani João Tempesta, presidiu a Missa, que foi concelebrada pelos Bispos Auxiliares Dom Edson de Castro Homem e Dom Antonio Augusto Dias Duarte e por vários sacerdotes.
Durante a homilia, o Arcebispo lembrou que é importante o questionamento sobre a missão de cada um na sociedade e destacou que espera que a beleza do Rio de Janeiro possa remeter todos aqueles que aqui estiverem, durante a JMJ Rio2013, ao Criador:
— Cada um de nós deve se perguntar qual é a nossa missão como cristãos, com a nossa presença no mundo, na sociedade, para conduzir o povo a um novo tempo. Somos chamados a ser homens e mulheres de esperança e enviados a servir o povo de Deus e, juntos, caminharmos para uma nova vida. (...) Queremos ver a beleza desta cidade retratada também num povo que viva a educação, a fraternidade e a paz, desejou.
Dom Orani, ao término da Celebração Eucarística, ainda partilhou sua alegria por já ter recebido relatos de peregrinos que estão na Cidade Maravilhosa pela primeira vez e que, devido ao acolhimento que já vêm recebendo, asseguram que irão voltar ao Rio como turistas.
Márcia Teixeira Rosa, professora de História da Arte na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), que trabalha junto ao Comitê Organizador Local (COL) da JMJ Rio2013 para fazer as visitas mediadas nas igrejas históricas do Rio de Janeiro, também aposta que o turismo na Cidade vai viver, a partir de agora, um momento diferente. Emocionada com a presença dos símbolos no Pão de Açúcar, ela partilhou sobre sua alegria por estar trabalhando com os itinerários de fé durante a Jornada:
— Vamos poder levar esse legado do patrimônio artístico da Cidade, dentro dos itinerários de fé, a todos os peregrinos. E tanto a peregrinação dos símbolos da Jornada a pontos turísticos expressivos da Cidade, como este, quanto o trabalho que vamos desenvolver durante a JMJ são bastante significativos para o turismo no Rio de Janeiro, porque isso traz uma referência da cruz de Cristo, da presença cristã aqui, afirmou.
O Arcebispo, ao dar entrevista coletiva à imprensa, também enfatizou que levar os símbolos da Jornada ao famoso ponto turístico é também uma forma de recordar os valores cristãos presentes no Rio de Janeiro desde sua fundação:
— Estamos próximos do local onde teria sido fundada a cidade do Rio de Janeiro, onde foi construída a Capela de São Sebastião, na Praia Vermelha. Eu creio que estarmos aqui também é um retornar às fontes, ao início do Rio de Janeiro, para lembrar da nossa vocação, do nosso chamado a ter valores que ajudem as pessoas a viver cada vez melhor, destacou.
Em seguida, os Símbolos seguiram em peregrinação pela Cidade até o Palácio São Joaquim, residência do Arcebispo Metropolitano, na Glória — de onde o Papa Francisco, no dia 26, rezará o Ângelus, da sacada. Junto dos funcionários que trabalham no Edifício João Paulo II (Mitra Arquiepiscopal e COL), Dom Orani apresentou a Deus sua gratidão por cada um que, ao longo de todo esse tempo de preparação da JMJ Rio2013, vem trabalhando pela Igreja no Rio de Janeiro para o sucesso do evento e rezou a mesma oração que o Pontífice, em breve, também fará do local.
Galeria de fotos:
Texto e fotos: Nice Affonso/Portal da ArqRio
A Catedral de São Sebastião, Igreja-Mãe desta Arquidiocese, ficou lotada de rapazes e moças de todo o Brasil e também de outros países. São os voluntários da Jornada Mundial da Juventude (JMJ Rio2013), que já estão em solo carioca e em preparação, espiritual e por meio de treinamentos, para bem receberem os peregrinos que chegam à Cidade. O evento teve início com a oração do Terço da Misericórdia, rezado em cinco idiomas, às 15h, e foi finalizado com o encontro entre muitos jovens — de outros estados e nações — com membros das comunidades paroquiais que os apresentarão às famílias de acolhida.
O Arcebispo Metropolitano, Dom Orani João Tempesta, presidiu a missa de envio dos voluntários, que foi concelebrada pelo Bispo Auxiliar Dom Pedro Cunha, pelo Bispo polonês Dom Henrique Thomasi e por diversos sacerdotes, tendo os símbolos da Jornada ao altar.
Durante a homilia, o Arcebispo recordou a peregrinação da Cruz dos Jovens e do Ícone de Nossa Senhora por quase dois anos em terras brasileiras, até chegar ao Rio de Janeiro, Cidade-sede da JMJ Rio2013, há 11 dias. E partilhou sua alegria por essa celebração de envio aos voluntários acontecer no dia de Nossa Senhora do Carmo, que recorda à Igreja a mística da fé, da oração e que convida à luta ao que contradiz o evangelho.
- A celebração desta Eucaristia é importante para que tenhamos a consciência de que tudo o que formos fazer deve ser alicerçado na espiritualidade.(...) Vocês são, como diz o Evangelho, esses parentes de Jesus, que querem fazer a sua vontade. Por isso, nós, hoje, os acolhemos e enviamos. (...) Que nunca percamos tempo, mas que vivamos a espiritualidade e que possamos dar testemunho da nossa alegria e das razões da nossa fé, desejou o Arcebispo.
E para, oficialmente, acolher e dar boas vindas aos voluntários da JMJ, Dom Orani expressou sua percepção sobre o Rio de Janeiro nestes dias:
- A Cidade Maravilhosa se tornou ainda mais maravilhosa por vocês estarem aqui! Vocês trazem não só a alegria juvenil, mas a luz da fé, sendo protagonistas deste mundo novo, como diz a oração da Jornada, comemorou.
Concluindo a celebração, o diretor do Setor de Voluntariado, Padre Ramon Nascimento, representando cada um dos voluntários da JMJ Rio2013, se dirigiu ao Arcebispo Metropolitano:
- Nós, voluntários, como Maria, queremos dizer sim; e por isso pedimos: envia-nos!
- É com muita alegria que nós louvamos a Deus pelos presentes e os enviamos para que possam fazer a beleza do evangelho e do reino de Deus acontecer nesta Jornada. (...) Tenho certeza de que vocês farão o melhor não só para acolher, mas para testemunhar a vivência cristã a todos que lhes forem confiados. Será uma experiência única na vida da cada um de nós, disse Dom Orani.
“O voluntariado é a alma da Jornada”
Para o diretor do Setor de Voluntariado, a Cidade Maravilhosa vive um tempo forte de fé, que revela à sociedade que existe esperança de um futuro melhor
- O Rio de Janeiro está vivendo um pentecostes. Nós estamos vendo voluntários que falam idiomas linguísticos diferentes, mas que falam um mesmo idioma, o da fé. E todos juntos estão construindo uma bela JMJ. (...) O voluntariado é a alma da jornada, porque cada voluntário constrói a Jornada e sem eles a Jornada não conseguiria existir. E isso é uma expressão de Cristo, expressão do serviço ao irmão e do cuidado com o outro. É magnífico ver tantos jovens, vindos de variados países e de diversos lugares do Brasil, para servir ao irmão. Isso mostra que o mundo tem uma esperança, destacou.
De acordo com o Arcebispo Metropolitano, o gesto de despreendimento em favor dos irmãos do mundo inteiro que, na Jornada, vêm buscar um encontro pessoal com Jesus, é um grande testemunho de serviço ao outro, que é dado à sociedade:
— Os voluntários são aqueles que, além de peregrinos que vêm para o Rio de Janeiro para estarem com os irmãos e irmãs, e seguirem a Cristo, se colocam à disposição para servir os outros peregrinos, seja nos aeroportos, na rodoviária, nas estações de trem, metrô, pelas ruas... (...) Acho que é um belo sinal do jovem que faz sacrifício para ajudar outro jovem, o que é um sinal também do que todos nós somos chamados a fazer em nossa vida: nos colocar a serviço dos irmãos. Eu creio que esses peregrinos, com o seu exemplo, ajudam a mudar o nosso mundo. É um grande testemunho que os peregrinos dão, sendo voluntários, afirmou.
Para os voluntários, todo o tempo em que estão servindo é ocasião para que Deus realize graças em suas vidas, de formas jamais imaginadas, e os forme para a missão de ser protagonistas do mundo novo:
— Eu vou receber muito! Ontem, eu conheci uma mocinha maravilhosa, que abriu sua casa para mim, porque eu não tinha um lugar para ficar. E eu penso que Deus sabe exatamente onde eu preciso estar, melhor do que eu mesma. É uma estória engraçada: eu sou polonesa e meus pais também são, e o lugar onde eu supostamente ficaria alojada seria a uma estação de metrô daqui, entretanto, ela mora próximo ao Santuário da Divina Misericórdia, em Vila Valqueire, e eu nunca estaria lá de outro jeito.(...) Ou seja, Deus sabe onde eu preciso estar, partilhou, emocionada Sophia Delpick, que atualmente reside em Massachusetts, USA.
— Depois do que a gente vai viver e aprender aqui, a gente vai poder levar melhor o evangelho ao nosso país. E ser voluntária é maravilhoso, porque a gente pode servir aos outros, sabendo que quem serve recebe muito mais, afirmou Sonia Dobless, de Misiones, Argentina.
— É uma emoção indescritível participar desta Jornada! As amizades que eu estou fazendo, as experiências de oração... Tudo isso aqui nos leva a um encontro pessoal com Deus mesmo, partilhou Edmila Alves dos Santos, de Cosmópoles, SP.
Para Guilherme Erthal, de Vacaria, RS, que participa de uma Jornada pela segunda vez, o encontro ser no Brasil tem um valor especial:
— Ter Jornada no meu país é a experiência maior que eu posso ter na vida, em se tratando de conhecer pessoas de outros estados e países, culturas e tradições diferentes, com as quais a gente acaba trocando experiências de 'um cristo particular', que ‘daquele jeito’, a gente não conhecia e que, no entanto, aqui é gritado, anunciado para o mundo inteiro, contou.
Caroline Pereira Muniz, de Ituiutaba, no Triângulo Mineiro, a JMJ é a oportunidade de estar com aqueles que têm os mesmos propósitos de vida e, ao mesmo tempo, a motivam a dar testemunho de vida em qualquer ambiente social em que esteja:
— A Jornada, para mim, é achar aqueles que vivem como eu, que pensam como eu. Que querem ser santos sem deixar de ser jovem. Eles me motivam à evangelização, porque sei que não estou sozinha no mundo com o meu propósito, contou.
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